O perigo do jejum prolongado



Ficar sem comer é o grande mito do emagrecimento. Causando perda de massa magra, a prática do jejum prolongado traz sintomas desagradáveis, como fraqueza, dores de cabeça, alterações no humor e até mesmo maior suscetibilidade a doenças.


Nosso organismo e constituído por sofisticados sistemas (circulatório, neurológico, respiratório, digestivo, reprodutivo e nervoso), órgãos, tecidos, milhões de células e átomos. Não somos feitos somente de uma única célula e sim de 100 trilhões; não só de um átomo, mas de octilhões, tudo isso e mantido, restaurado, equilibrado através dos nutrientes presentes nos vários grupos alimentares, além de água e oxigênio. Somos realmente uma máquina bastante complexa e, além do nosso corpo físico, visível, possuímos mais 3 dimensões: a mental, emocional e a dimensão energética. Para manter a homeostase do nosso corpo precisamos manter equilibradas e harmônicas essas quatro dimensões que são tão sensíveis e interdependentes.


Emagrecer com saúde, tarefa que demanda mudanças no cardápio e muita paciência, é a forma correta de garantir a perda do peso. Para quem está acostumado com dietas que envolvam jejum prolongado, as refeições de três em três horas podem até causar desconfiança, mas são a melhor saída.


Se você adora apostar nas dietas da moda, geralmente restritivas e com poucas refeições, coloque em sua cabeça: isso não é saudável. O jejum, além de causar mal-estar, pode ser o responsável pelo efeito sanfona.


Para emagrecer e garantir a estabilidade do peso, você deve contar com o apoio de um nutricionista. Durante a reeducação alimentar, diferentes cardápios serão criados especialmente para suas necessidades. Isso garante o fim do jejum prolongado e o início do consumo de alimentos saudáveis, ricos em substâncias benéficas.

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